Laocoonte e seus filhos, por Victoria Kubale: o mito sobre o mito

Marcelo de Souza Silva (2015)

Laoconte

Hagesandro, Atenodoro e Polidoro de Rodes – Grupo de Laocoonte – Séc. I a.C. ou Séc, I d.C. – Mármore – Altura: 2,13 m – Museus do Vaticano, Roma

Victoria Kubale, pesquisadora da Humboldt-Universität zu Berlin, publicou recentemente um artigo no qual fez um grande resgate de informações relativas ao grupo escultórico de Laocoonte e seus filhos, obra de arte histórica que pertence aos Museus do Vaticano. Nesse artigo, Kubale traz informações pouco conhecidas sobre o mito de Laocoonte, bem como possibilidades alternativas de análise iconográfica da famosa estátua, aprofundando questões relativas ao estilo, autoria e datação da obra. O conjunto de informações e questionamentos trazidos à tona por Kubale é, de certa forma, surpreendente se for considerado que as informações amplamente aceitas e divulgadas, especialmente sobre a iconografia da obra, pareciam não comportar maiores dúvidas ou possibilidades. Trazendo diferentes visões e interpretações sobre a obra, Kubale contribui para enriquecer o universo em torno dela, mostrando que mesmo as obras mais antigas e notórias estão sempre sujeitas a novas perspectivas.

Descoberta e localização original do grupo escultórico

Termas de Trajano

Termas de Trajano (maquete)

Kubale inicia seu artigo com dados históricos sobre o descobrimento da obra. O grupo escultórico foi encontrado em 14 de janeiro de 1506, dentro de uma câmara subterrânea de piso decorado e paredes coloridas, em um vinhedo nas imediações da Basílica de San Pietro in Vincoli (ou São Pedro Acorrentado), próxima ao Coliseu, em Roma. A autora refere que o ponto exato da descoberta é desconhecido, mas que obrigatoriamente teria que estar situado na área do Domus Aurea (ou Casa Dourada) do imperador Nero. O Domus Aurea foi um gigantesco palácio mandado construir por Nero após o grande incêndio de Roma, no ano 64 d.C. Após a morte de Nero, seus sucessores, constrangidos pelo extravagante e indesejado legado, construíram por cima de muitas partes do palácio. Uma dessas novas construções foram as Termas de Trajano (figura acima), um complexo de banhos públicos iniciado em 104 d.C. pelo imperador Trajano, citado por Kubale como sendo provavelmente o local ao qual pertencia a câmara em que o Laocoonte foi descoberto. Tal possibilidade iria ao encontro do relato de Plínio, o Velho, conforme sua História Natural (XXXVI, 4.37), na qual ele menciona o grupo escultórico de Laocoonte:

Plinio

Plínio, o Velho

“A reputação de alguns, distinguida através do que seus trabalhos possam ser, tem sido obscurecida pelo número de artistas envolvidos em uma única tarefa, porque nenhum indivíduo monopoliza o crédito, nem tampouco podem vários deles ser nomeados em igualdade de condições. Este é o caso do Laocoonte no palácio do Imperador Tito, um trabalho superior a qualquer pintura e a qualquer bronze. Laocoonte, seus filhos e os maravilhosos corpos envolventes das serpentes foram esculpidos a partir de um único bloco, de acordo com um plano acordado por estes iminentes artesãos Hagesandro, Atenodoro e Polidoro, todos de Rodes.” (PLINY, 2004, tradução nossa).

No trecho, Plínio não menciona o palácio de Nero, mas de um de seus sucessores, Tito. Kubale, entretanto, considera que, ao fazer isso, Plínio se referia na verdade ao Domus Aurea, uma vez que Tito não teve um novo palácio somente dele. Dessa forma, a referência de localização documental da escultura seria o Domus Aurea, e o local de sua descoberta seria provavelmente uma sala das Termas de Trajano, local que se originou a partir do Domus Aurea, dando a entender que a obra teria permanecido na mesma área, tendo sido apenas realocada nas Termas. De qualquer forma, a autora coloca que esta provavelmente não era a localização original da estátua, que ainda permanece desconhecida.

Desde que o grupo escultórico foi descoberto, ele esteve no Vaticano que o adquiriu ainda em 1506. A única exceção foi durante os anos de 1797 e 1815, quando foi transferido para o Louvre, em Paris, em decorrência do Tratado de Tolentino. Imposto por Napoleão ao Papa Pio VI, em 1797, o Tratado de Tolentino, entre muitas outras concessões, obrigou o Vaticano a ceder inúmeras obras de arte à França, que foram então transferidas para o Louvre. Com a queda de Napoleão, a maior parte das obras foi devolvida.

Datação e estilo da obra

A questão da datação tem sido um dos aspectos mais controversos da obra. Se for analisada em termos puramente estilísticos, o grupo escultórico teria que ser situado como oriundo do período helenístico tardio, provavelmente no século II a.C.. No entanto, se considerarmos o relato de Plínio acima transcrito, é necessário levar em conta a informação de autoria que ele traz, ou seja, de que as estátuas foram esculpidas por Hagesandro, Atenodoro e Polidoro de Rodes. O nome destes três escultores é mencionado em uma inscrição no chamado grupo de Cila, grupo escultórico pertencente a um conjunto de estátuas representando cenas da Odisseia, descoberto em 1957, em Sperlonga, na Itália. Cila é um monstro marinho que ataca o navio de Ulisses e seus companheiros no Canto XII da Odisseia.

Cila

Grupo de Cila (Sperlonga)

Cila2

Grupo de Cila, detalhe (Sperlonga)

“Com base na sua composição e estilo, bem como outras aparições de nomes dos escultores, o grupo de Cila é predominantemente datado no período republicano tardio (30-20 a.C.). Se assumirmos que estes três escultores são idênticos aos do Grupo de Laocoonte, o mesmo tempo de construção tem de ser válido para esta estátua.” (KUBALE, 2015, p. 59, tradução nossa).

Kubale refere ainda que muitos acadêmicos, entre eles o historiador da arte Bernard Andreae, consideram que deve ter existido um original grego em bronze da obra, oriundo do período helenístico tardio, enquanto a estátua em mármore que conhecemos se trataria de uma cópia romana. Essa tese visa conciliar as características estilísticas da obra com o relato de Plínio, encontrando respaldo em uma prática corrente na Roma antiga. A tese, de fato, parece ter boa aceitação, como se pode verificar, por exemplo, no conhecido livro História geral da arte, de H. W. Janson, no qual a escultura é apresentada como cópia romana do séc. I d.C.

A tradição mitológica

É na questão mitológica envolvendo a obra que Kubale concentra maior atenção. Embora a leitura iconográfica mais comum ao episódio representado na obra remeta à Eneida, de Virgílio, Kubale traz ainda outra possibilidade, que ela nomeia de versão de Baquílides. Segue abaixo um pequeno resumo dessas duas versões do mito:

– Versão de Baquílides: remete a dois poemas hoje perdidos. O primeiro é atribuído ao poeta lírico grego Baquílides (c. 520-450 a.C.) e o segundo, uma versão similar, a Eufórion (276–225 a.C.). Partes dos poemas foram passadas adiante por Maurus Servius Honoratus, gramático que viveu no século IV d.C. Nestes poemas, Laocoonte é um sacerdote de Apolo em Troia. Ele transgride as normas de seu cargo ao casar e ter dois filhos. Para puni-lo, Apolo envia as duas serpentes. Na versão de Eufórion, Laocoonte vai além: ele dorme com sua esposa Antiope no próprio templo de Apolo, motivando sua punição. Entretanto, em ambas as versões, é provável que Laocoonte não tenha sido morto no ataque das serpentes (KUBALE, 2015, p. 61).

Virgilio

Busto de Virgílio

– Versão de Virgílio: remete à Eneida, poema épico escrito por Virgílio (70-19 a.C.). Nessa versão, Laocoonte é um sacerdote troiano de Netuno (Poseidon) que tenta alertar seus compatriotas de que o cavalo de madeira deixado às portas da cidade de Tróia era uma armadilha. Para evitar que tenha sucesso em seus alertas, a deusa Minerva (Atena) envia duas serpentes que vêm do mar e atacam primeiramente os filhos do sacerdote e depois o próprio Laocoonte, matando-os. O ataque é interpretado pelas pessoas em Troia como uma punição dos deuses a Laocoonte por ele ter rejeitado o cavalo, que assim é aceito como um presente divino, selando o destino de Troia. Dessa forma, a queda de Laocoonte funciona como um presságio para a queda de toda a cidade (KUBALE, 2015, p. 61).

Diferentes hipóteses de leitura iconográfica da obra

Lessing

Gotthold Ephraim Lessing (1729-1781)

Partindo dessas possibilidades, Kubale passa a examinar algumas teorias sobre a análise iconográfica da estátua que se estabeleceram ao longo dos séculos. Uma das mais conhecidas é a do filósofo Gotthold Ephraim Lessing (1729-1781). Lessing trabalha com a hipótese de uso da versão de Virgílio pelos escultores e usa para fundamentar esse argumento o relato de Plínio, no qual são citados vários outros escultores que viviam no início do Império Romano e trabalhavam para a família imperial. Lessing acredita que este teria sido o caso dos escultores Hagesandro, Atenodoro e Polidoro. Dessa forma, a aceitação da versão de Virgílio como base para a análise iconográfica estaria associada a esta relação com o Império Romano. Kubale nomeia o método de Lessing como baseado em fontes antigas e escritas.

Pergamo

Altar de Pérgamo (Berlim)

O já citado historiador da arte Bernard Andreae (1930-) trabalha com uma abordagem completamente diferente, derivada da ideia de existência de um original helenístico em bronze por questões estilísticas e compositivas. Somado a esta ideia, Andreae elabora um amplo cenário, no qual situa a estátua no tempo e no espaço histórico. Suas ideias se baseiam nas similaridades entre o Laocoonte e a representação do gigante Alcioneu no friso do Altar de Pérgamo (ver figura abaixo), construção do séc. II a.C. dedicada a Zeus feita na cidade grega de Pérgamo, na atual Turquia (atualmente reconstruído em Berlim, no Pergamonmuseum). Devido a estas semelhanças, Andreae localiza a instalação do Laocoonte em Pérgamo, estabelecendo os anos de 140-130 a.C. para sua datação original em função de sua relação estilística com o Altar. Essa datação exclui a possibilidade de que a versão de Virgílio possa ter sido usada pelos escultores na concepção da estátua, uma vez que a Eneida teria sido escrita entre os anos 29 e 19 a.C. No entanto, o próprio Andreae trabalha com a hipótese da versão de Virgílio ser o tema da estátua ao considerar que a cópia em mármore teria sido um presente ao imperador Tibério, tendo sido levada a Roma durante seu reinado (14-37 d.C.) e passando a incluir o grupo escultórico de Sperlonga por razões temáticas, uma vez que este grupo representava cenas de Ulisses e Eneias. A única forma de conciliar a ideia de original grego helenístico de 140-130 a.C. com a versão de Virgílio é considerar que teria havido uma reinterpretação da cópia em mármore a partir dos elementos da Eneida. Uma vez que a composição da obra é inconclusiva, isso não teria sido muito difícil (KUBALE, 2015, p. 63). Kubale chama o método de Andreae de abordagem contextual.

Alcioneu

Gigante Alcioneu (à esquerda), enfrenta a deusa Atena (centro) enquanto sua mãe Gaia (à direita) surge do chão para implorar por seu filho. Representação pertencente ao Altar de Pérgamo (Berlim).

Outro historiador da arte, Richard Brilliant (1929- ), estabelece um método de análise da composição em comparação com a fonte literária. Na Eneida (Livro II), é dito que os filhos de Laocoonte são atacados primeiro e depois o pai:

Marchando a Laocoon, primeiro os corpos

Dos dous filhinhos seus abrange e enreda,

Morde-os e come as descosidas carnes:         

E ao pae, que armado occorre, eil-as saltando

Atam-no em largas vóltas; e enroscadas

Duas vezes á cintura, ao collo duas,

O enlaçam todo os escamosos dorsos,

E por cima os pescoços lhes sobejam

(VIRGÍLIO, 1854)

Observa-se, no entanto, que o grupo escultórico mostra Laocoonte e seu filho menor sendo mordidos, enquanto o filho maior não parece ter sido atacado ainda. Pelo que se pode ver na escultura, é possível concluir que Laocoonte e seu filho menor morreriam primeiro e o filho maior morreria depois ou até se salvaria. Existiria, portando, um desacordo entre texto e imagem, o que poderia desautorizar a associação da escultura com a Eneida. Kubale, entretanto, apresenta em seu artigo uma ilustração do codex Vergilius Vaticanus (400 d.C.) (ver figura abaixo), indiscutivelmente baseada na Eneida de Virgílio, na qual também existem muitas incorreções em relação à fonte literária, ainda que esta esteja acima de qualquer suspeita. Desta forma, segundo ela, o próprio Brilliant admitiria que a análise formal da composição seria um argumento forte mas não suficiente para desautorizar uma fonte literária. De qualquer forma, ele conclui considerando que a Eneida foi fundamental para a romanização do mito do Laocoonte, mais como uma força motivadora do que como uma fonte visual explícita para a estátua (KUBALE, 2015, p. 64). Kubale chama o método de Brilliant de abordagem de composição.

Codex

Codex Vergilius Vaticanus (400 d.C.)

Finalmente, Kubale apresenta a abordagem da arqueóloga Susanne Muth (1967- ). Muth acredita qua a estátua se relaciona à versão de Baquílides e não à Eneida. Isso porque, na mitologia da Eneida, o sacerdote estaria na representação iconográfica da vítima inocente que procura auxílio, ou seja, ele se inclinaria de joelhos sobre o altar implorando pela ajuda de seu deus. Mas na escultura, o Laocoonte não faz isso. Embora ele esteja próximo ao altar, ele está de costas para o mesmo e não pede por ajuda, indicando que ele sabe que as cobras foram enviadas pelo mesmo deus que ele serve, no caso Apolo, conforme a versão de Baquílides, e não por outro deus. A própria Kubale, entretanto, parece levantar dúvidas quanto a esta argumentação, considerando que uma iconografia ausente não significa necessariamente a exclusão de uma opção. Um Laocoonte de joelhos atrás do altar poderia ser indesejável por uma série de outros motivos em termos de composição da imagem, ponto de vista do observador, entre outros. De qualquer forma, Kubale chama o método de Muth de abordagem iconográfica.

Conclusões da autora

Kubale conclui que cada uma das abordagens tem suas utilidades e suas limitações, uma vez que, segundo ela, nem a composição, nem a iconografia da obra são conclusivas. No final acaba se posicionando, de forma prudente, no sentido de considerar que a questão da datação desempenha papel decisivo no exame da obra, embora também esta não seja uma questão fechada. De qualquer forma, o mais provável é que a estátua tenha sido feita na segunda metade do século I a.C. Em contrário a isto, existiria a tese do original helenístico baseada principalmente em questões estilísticas, mas que não desautoriza a datação anterior da estátua de mármore, uma vez que considera a mesma uma cópia romana. Dessa forma, para a estátua que conhecemos e sabemos com certeza que existe, pode-se afirmar com alguma probabilidade de acerto que teria sido feita na segunda metade do século I a.C., uma vez que está associada aos nomes de Hagesandro, Atenodoro e Polidoro de Rodes no relato de Plínio, escultores que emergem nos anos 22 e 21 a.C., e são mencionados em inscrições no grupo Cila, datado como sendo de período similiar. Considerando, portanto, esta datação, Kubale opta pela versão de Virgílio como a descrição iconográfica mais adequada à obra, uma vez que a Eneida é do mesmo período, sendo de se esperar que a popularidade, a presença e o reconhecimento do poema épico de Virgílio estejam na base de concepção de uma obra com tais características, estando assim a estátua dentro do espírito cultural de sua época. De qualquer forma, a autora considera que a intenção dos escultores foi menos em focalizar no modelo mitológico e mais em criar uma cena voyeurística de dor e desespero, na qual os motivos para a punição não importavam muito.

Considerações finais

Uma das coisas que chama bastante atenção no artigo de Kubale é a dificuldade de conciliar as duas informações mais estabelecidas e amplamente aceitas sobre a estátua do Laocoonte: a estilística, de que pertence ao período helenístico, com a iconográfica, de que representa um episódio da Eneida de Virgílio. No já citado livro de Janson, a estátua é apresentada como cópia romana do séc. I d.C., pressupondo portanto um original grego anterior, mas o tema é indicado como sendo oriundo da Eneida. Da mesma forma, no livro A História da Arte, de E. H. Gombrich, a obra é apresentada como feita entre os anos 175-50 a.C., mas igualmente o tema apresentado é a versão de Virgílio, que possivelmente teria surgido depois deste período. Ao que parece, a existência de um original grego helenístico para explicar as características estilísticas, de certa forma, desautoriza a ideia de concepção da obra pela versão de Virgílio. Nesse cenário, a versão de Baquílides ganharia força, podendo ter havido uma posterior reinterpretação da obra a partir da cópia romana, devido a questões políticas e culturais da época. Por outro lado, se for considerado que a obra possui características suficientes para ter sua concepção associada à Eneida, então é improvável que tenha havido uma versão original anterior, uma vez que, nessa situação, a estátua não poderia ter sido elaborada antes da Eneida. Nesse caso, o relato de Plínio ganha força e não há razões para supor que os escultores Hagesandro, Atenodoro e Polidoro de Rodes não sejam os autores da obra, que assim provavelmente teria mesmo a Eneida como inspiração, pois pertenceria ao mesmo momento histórico do célebre poema épico. No entanto, nesse cenário, a questão estilística permaneceria em aberto.

REFERÊNCIAS

KUBALE, Victoria. Laocoön and his sons: the myth about the myth. In: KLOSE, Christoph; BOSSERT, Lukas C.; LEVERITT, William (eds.). Fresh Perspectives on Graeco-Roman Visual Culture: Proceedings of an International Conference at Humboldt-Universität, Berlin, 2nd–3rd September 2013. Berlin: Humboldt-Universität zu Berlin; Nottingham, England: University of Nottingham, 2015. p. 59-66. Disponível em: <http://edoc.hu-berlin.de/conferences/q-kolleg-2013/kubale-victoria-59/PDF/kubale.pdf>. Acesso em: 30 nov. 2015.

PLINY the Elder. The Natural History. In: CRANE, Gregory R. (ed.). Perseus Digital Library. Medford/Somerville, MA: Tufts University, 2004. Disponível em: <http://www.perseus.tufts.edu/hopper/text?doc=Perseus%3Atext%3A1999.02.0137%3Abook%3D36%3Achapter%3D4>. Acesso em: 30 nov. 2015.

VIRGÍNIO. Eneida. Paris, 1854. Tradução de Manuel Odorico Mendes (1799-1864). Título de capa: Eneida Brazileira. Disponível em: <http://www.unicamp.br/iel/projetos/OdoricoMendes/>. Acesso em: 30 nov. 2015.

GOMBRICH, E. H. A história da arte. 16. ed. Rio de Janeiro: LTC, 1999.

JANSON, H. W. História geral da arte: o mundo antigo e a Idade Média. São Paulo: Martins Fontes, 2007.

Laoconte

Hagesandro, Atenodoro e Polidoro de Rodes – Grupo de Laocoonte – Séc. I a.C. ou Séc. I d.C. – Mármore – Altura: 2,13 m – Museus do Vaticano, Roma

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